A Convenção de Vendas kedu 2025, realizada de 10 a 12 de dezembro, certamente foi mais do que um encontro comercial. Isto é, durante três dias intensos, reunimos lideranças, times de vendas, Smarketing, sucesso do cliente, implantação e parceiros convidados para alinhar visão, método e execução em torno de um objetivo comum: crescer de forma sustentável, gerar impacto real na educação e fortalecer a saúde financeira das escolas parceiras.
Dessa forma, reunimos os principais aprendizados que marcaram a convenção e que passam a nortear a atuação da kedu em 2026.
1. Educação de impacto exige empresa saudável
Primeiramente, um dos pilares mais fortes da convenção foi a clareza de que não existe educação de qualidade sem sustentabilidade financeira.
Por isso, nas falas institucionais e, especialmente, na palestra de Hamilton Júnior, COO da kedu, ficou evidente que o lucro não é um desvio de propósito, é um meio para garanti-lo. Escolas precisam de caixa para:
- Investir em professores e formação continuada;
- Manter e evoluir infraestrutura;
- Adotar bons materiais didáticos e tecnologia, por exemplo;
- De maneira idêntica, garantir previsibilidade e continuidade pedagógica.
Logo, demonizar o dinheiro enfraquece a escola. Da mesma forma, organizar as finanças fortalece o projeto educacional.
2. A dor real da escola vai além da sala de aula
Em seguida, outro aprendizado central foi compreender a complexidade da gestão escolar, especialmente no aspecto financeiro.
A inadimplência, tema recorrente nas falas de Hamilton Júnior e Romel Damasceno, CFO kedu, gera impactos profundos:
- Compromete o caixa mensal;
- Desvia o foco do gestor do pedagógico para a cobrança;
- Cria risco jurídico, fiscal e operacional;
- Afeta a experiência do aluno e da família.
A escola não é varejo. Seu core é pedagógico, e não administrativo. Por isso, soluções que organizam, garantem receita e reduzem fricções financeiras são decisivas para sua sobrevivência e crescimento.
3. A kedu como aliada econômica da escola
Assim, a palestra de Romel reforçou um ponto-chave: aderir à kedu não é apenas uma decisão pedagógica, é uma decisão econômica estratégica.
Entre os argumentos centrais apresentados:
- Receita previsível e organizada;
- Redução de riscos com inadimplência;
- Menor pressão sobre o gestor escolar;
- Capacidade real de planejamento e investimento.
Acima de tudo, a kedu se posiciona como um ecossistema que permite à escola focar no que faz melhor: educar.
4. Crescer não é opção: é condição de sobrevivência
Outro aprendizado transversal da convenção foi a importância do crescimento contínuo.
Empresas e escolas que não crescem:
- Perdem talentos;
- Entram em acomodação;
- Reduzem qualidade;
- Caminham para a estagnação ou fechamento.
Crescimento exige:
- Metas claras (macro e micro);
- Disciplina mensal de execução;
- Análise constante de resultados;
- Inconformismo com a média.
As metas macro apresentadas, especialmente por Hamilton, Fábio Sena (Gerente Comercial Nacional de Vendas e Expansão) e Lívia Schramm (Diretora de Smarketing e Vendas), reforçaram que o resultado anual não compensa os meses mal executados. A consistência mensal é o que sustenta o todo.
5. Vendas não é improviso: é método
A convenção deixou claro que a venda na kedu não pode ser baseada apenas em carisma ou boa conversa.
Vender exige:
- Processo;
- Jornada bem definida;
- Diagnóstico profundo da escola;
- Clareza de proposta de valor;
- Capacidade de quebrar objeções reais.
Inegavelmente, palestras como as de Igor Mello, Danilo Vilas Boas e os momentos de roleplay e pitch mostraram que a venda precisa ser treinada, estruturada e replicável.
Cada reunião precisa ter:
- Objetivo claro;
- Próximo passo definido;
- Entendimento real das dores e decisores.
6. Proposta de valor nasce do diagnóstico, não do discurso
Outro aprendizado essencial, portanto, foi a importância da qualificação.
Não existe proposta de valor genérica. Para gerar conexão real, é preciso:
- Entender o contexto da escola;
- Mapear dores financeiras, pedagógicas e operacionais;
- Ajustar o discurso à realidade do cliente.
A kedu não “empurra” soluções. Ela constrói caminhos junto com a escola, primordialmente.
7. Cultura, tecnologia e integração como diferenciais
A convenção também reforçou os diferenciais competitivos da kedu:
- Um portfólio tecnológico integrado (one, multi e core), apresentado pelo CTO Afonso Lage;
- Processos claros de implantação, suporte, retenção e expansão;
- Marketing alinhado à estratégia comercial;
- Relação transparente com responsáveis financeiros;
- Modelo de repasse estruturado.
Tudo isso sustentado por uma cultura forte, apresentada nos momentos de reconhecimento, carreira e cultura kedu.
8. Impacto social é consequência de gestão bem-feita
Em resumo, talvez o maior aprendizado da Convenção de Vendas kedu 2025 seja este:
impacto social não nasce da improvisação, nasce da organização.
Quando a escola:
- Tem receita garantida;
- Planeja investimentos;
- Retém alunos;
- Cuida do pedagógico com tranquilidade;
Ela transforma mais vidas, por mais tempo.
Conclusão: crescimento com propósito
Além disso, tivemos ainda participações como Ivanoska Queiroz, do Processo Escola, apresentando dados de mercado. Priscila Mesquita, falando sobre “Da venda à retenção do cliente”, João Neto, Head de Operações kedu, falando sobre “Nossa relação com os responsáveis financeiros”; Socorro Viana trouxe uma excelente reflexão sobre carreira e desenvolvimento profissional.
Surpreendentemente, a Convenção de Vendas kedu 2025 consolidou uma visão clara:
crescer, vender, organizar e gerar resultado não nos afasta da educação, nos aproxima dela.
Seguimos para 2026 com:
- Método;
- Metas;
- Clareza de propósito;
- E o compromisso de caminhar junto com as escolas.
Porque educação de verdade se constrói com visão, disciplina e parceria.
kedu. Com você, na educação.










